sexta-feira, 27 de maio de 2011

DE QUEIMADOS PARA ALEMANHA


Tradução da critica do jornal BONNER RUNDSCHAU

Sobre o show em Bonn no Harmonie. Alemanha 13.3.2011

Muito mais do que só o ‘Samba Power’ conhecido

O duo ‘Valmon & Júnior Cardoso’ fascinou o seu
público com sua ‘Música Popular Brasileira’.

Bonn: “Nem sempre tem que ser Samba”. Referencia feita
ao famoso romance , comparando ao show do Duo Acústico brasileiro Valmon &
Júnior Cardoso no Clube Harmonie. Dois jovens Brasileiros que em, seu País se
dedicam totalmente a Música Popular Brasileira – que é muito mais do que Samba!

Valmon (voz e violão) e Júnior Cardoso (violão back vocal)
assim como Gilberto Gil, Zé Ramalho, Caetano Veloso & Co, são referências das
raízes e de seus antepassados. E que ainda em suas músicas tocam ritmos Indígenas,
africanos e ainda, Maracatu, Afoxé, xaxado e naturalmente Samba.

Temas do ‘cotidiano’ a vida com amor e os sonhos

Mas sendo crianças da nova geração da Música Popular
Brasileira, eles não tem medo de tecer a música tradicional com elementos místicos,
rock e jazz e assim eles criaram um estilo muito próprio e autentico que é
mesmo diferente do conhecido ‘Samba Power’ brasileira.

O líder Valmon trata em suas músicas de temas do
cotidiano, o amor, sonhos e as coisas simples, também temas políticos são
cantados. Em*Abelha* Valmon descreve os atos de uma abelha, em *Como será o Paraíso*
ele canta sobre o futuro e diz que sua cidade pode ser o paraíso; músicas
cheias de naturalidade, que os músicos desenham em imagens poéticas e que criam
uma atmosfera bonita e intima. Por isso os dois músicos extremamente
despretensiosos não precisam mais do que dois violões e um tamborim, muita alma
e naturalidade. O público adorou e agradeceu com muitos aplausos e muito bis...

Moradores da Pedreira denunciam descaso com a saúde de Queimados

Posto da Pedreira desativado deixa população queimadense sem atendimento médico e obriga moradores a se deslocarem para o Posto 24 Horas, o que tem causado transtornos nos atendimentos.


Placa da obra do posto, com o prazo de 90 dias.


Posto da Pedreira, o posto de saúde mais conhecido da cidade de Queimados, está com a sua obra atrasada e ainda não tem data pra ser reinaugurado.



Desde o ano passado que os moradores acostumados a serem atendidos no Posto da Pedreira no bairro Nova Cidade em Queimados têm que se deslocarem para o antigo posto 24 horas no bairro do Fanchem, para onde foi transferido o atendimento do Posto da Pedreira desde a inauguração da UPA sob a promessa de melhoras no atendimento à saúde do cidadão.

Depois de várias ligações para o então programa Grita Queimados, que o Brasil te escuta, nossa reportagem foi ao local averiguar e o que foi constatado é que, embora haja uma placa que afirma que o prazo da obra seja de 90 dias as obras ainda continuam em passos lentos.

Moradores do local afirmam que precisam se deslocar para o bairro Fanchen, onde se localiza o Posto 24 Horas, embora não tenham nenhum outro tipo de condução, senão das carroças e as kombis, que prestam serviço de transportes aos que residem naquele bairro.

Vale lembrar que no Posto da Pedreira, irá funcionar o primeiro posto de coleta de leite materno da baixada Fluminense, como foi proposto no seminário de nutrição de Queimados, que aconteceu no dia 29 de março deste ano no Teatro Municipal Metodista.

A entrega das obras no posto da pedreira estava prevista para um prazo de 90 dias e já se passaram mais de 150 dias e nada do posto ser reinaugurado.

Fotos da situação atual do posto da pedreira.



Como uma das promessas do atual prefeito de nossa cidade, é oferecer um atendimento hospitalar de qualidade aos queimadenses, fica uma dúvida no ar. Porque tanta demora em entregar ao povo essa obra tão importante para quem precisa do posto funcionando como sempre funcionou?

AS obras no Posto posto da Pedreira atrasadas preocupam os cidadãos queimadenses.



Entramos em contato com a Secretaria de Saúde e, de acordo com a Sub secretária Lara Larissa, as obras do Posto da Pedreira terminarão em meados do mê de junho desse ano.

Eleições do Centro Acadêmico 2011

Por: Sergio Ricardo Silveira

Um debate eletrizante e interessante no auditório da FPG.




Auditório da FPG repleto, para a realização do debate.



Aconteceu nesta última quinta feira, o debate das chapas Unidos pela Pinheiro (UPP), composta pelos alunos Letícia Rocha e Luiz Felippe Reis e a chapa Mobilização Acadêmica (MA), composta pelos alunos Rosemary da hora e Guilherme Alves.


Luiz Felippe Reis e Letícia Rocha, integrantes da chapa Unidos pela Pinheiro (UPP)


Com o auditório lotado, os candidatos defenderam suas propostas e apresentaram aos presentes um debate democrático e amplo sobre os assuntos referentes à faculdade, mostrando as deficiências e qualidades da instituição. O debate foi mediado pelo atual presidente Thiago Fidélis, que no dia 25 de maio, passará o cargo para a chapa eleita pelos alunos da FPG.


Guilherme Alves e Rosemary da hora, integrantes da chapa Mobilização Acadêmica (MA)


As duas chapas que concorrem na próxima quarta feira a direção do Centro Acadêmico da FPG, fizeram um excelente debate, esclarecendo algumas dúvidas dos seus “eleitores” e puderam assim formar opiniões sobre em quem os alunos podem confiar o Centro Acadêmico para mais um ano de gestão.


Thiago Fidélis, atual presidente do Centro Acadêmico da FPG.


Quarta feira dia 25 de Maio, vamos votar e marcar esse momento importante na história da nossa faculdade.

Vasco a esperança carioca na Copa do Brasil

Único “sobrevivente” do Rio na Copa do Brasil, o Vasco se classificou para a semifinal da competição empatando em 1 a 1 com o Atlético Paranaense ontem jogando em casa, com dois empates o trem bala da colina garantiu a classificação sendo assim o único carioca a continuar na disputa.


Mesmo sofrendo um gol aos 28 do segundo tempo o time alvinegro correu atrás e conseguiu o empate aos 34 minutos com Elton marcando de cabeça no canto esquerdo do goleiro Renan, após um cruzamento perfeito de Fagner, aos 40 minutos o Vasco quase virou o jogo em cobrança de falta com Felipe Bastos, que o goleiro Atleticano salvou.


Avaí é o adversário a ser enfrentado na semifinal, pois ontem o time Catarinense venceu o São Paulo, de virada, com o placar de 3 a 1 também jogando em casa (na Ressacada).


O destaque do jogo em São Januário, mais uma vez foi a torcida, que apoiou o gigante da Colina até o final, pedindo a tradicional virada que não aconteceu, mas a torcida alvinegra foi presenteada com a classificação, os torcedores deixaram o estádio fazendo festa pela ruas do Rio de Janeiro.

Fágner e Elton comemorando o gol da classificação.


FICHA TÉCNICA:

VASCO 1 X 1 ATLÉTICO-PR

Local: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)

Data/Hora: 12/5/2011

Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO)

Auxiliares: Cristhian Passos Sorence (GO) e Márcio Soares Maciel (GO)

Cartões amarelos: Eduardo Costa (VAS); Robston, Paulo Roberto (APR)

VASCO: Fernando Prass; Allan (Fagner, 26'/2ºT), Anderson Martins, Dedé e Márcio Careca; Eduardo Costa, Fellipe Bastos, Felipe e Bernardo; Diego Souza (Elton, 23'/2ºT) e Eder Luis - Técnico: Ricardo Gomes.

ATLÉTICO-PR: Renan Rocha, Rômulo, Manoel, Rafael Santos e Paulinho; Deivid, Robston (Wendell, intervalo), Paulo Roberto e Paulo Baier; Guerrón (Nieto, 23'/2ºT) e Branquinho (Madson, 17'/2ºT) - Técnico: Adilson Batista.

O dia a dia do jornalismo no rádio carioca


Por: Sergio Ricardo Silveira



Aconteceu nesta quarta feira no auditório da FPG, mais uma palestra com profissionais do jornalismo carioca, com integrantes das rádios Tupy, Sulamérica Paradiso e Mix.


Em um clima descontraído e com a participação de vários alunos, a palestra teve a apresentação do professor Sérgio Xavier, que se mostrou de forma descontraída e apresentou com maestria o evento.


O dia a dia no rádio foi contado de forma esclarecedora e contagiante pela repórter da rádio Tupy, Bianca Santos, sua editora Juliana Pollo e pelo repórter aéreo Emerson Rocha, da Sulamérica Paradiso e Mix FM.


Os palestrantes falaram de várias áreas do jornalismo produzido no rádio carioca e revelaram até alguns erros nas entradas ao vivo nos programas de suas respectivas rádios levando os alunos aos risos com as histórias contadas e algumas até mostradas em áudio.


Falaram das dificuldades da carreira de um jornalista, dando exemplos de como se acorda cedo e às vezes não se tem nem o final de semana livre, pois o jornalista no rádio trabalha muitas das vezes cobrindo plantões.


Bianca Santos repórter da rádio Tupy.



A mais falante dos três palestrantes era a repórter Bianca Santos, que por trabalhar nas ruas do Rio, tem muitas histórias pra contar, trouxe até alguns áudios de suas reportagens para mostrar aos alunos, e revelou que “a intimidade que você ganha com os ouvintes é muito gratificante". No caso de realengo mostrou um áudio feito com um morador que relatou fatos impressionantes sobre o massacre, ao vivo no ar da rádio Tupy.


“No caso de Realengo eu estava em Duque de Caxias e meu chefe me mandou ir para lá naquele momento porque eu estava mais próxima. Chegando lá tomei a exata noção do fato. Eu queria estar ali na saída das vítimas, mas quando cheguei, elas já tinham sido removidas. Consegui ouvir um morador e o coloquei no ar, quando vi que ele tinha presenciado tentei sugar tudo dele.

O rádio é som é o ouvinte se imaginar na situação. Esse caso de Realengo ficará marcado na minha vida profissional”.




Emerson Rocha, repórter aéreo da Sulamérica Paradiso e Mix FM




Com relação ao trânsito no Rio de Janeiro Emerson Rocha revelou que existem rádios que não tem um repórter aéreo, mas tem um repórter no Centro de Operação, dando informativos baseados nas imagens das câmeras da CET Rio.

“Para trabalhar em rádio tem que gostar. Eu moro na Pavuna e vou à barra duas vezes ao dia. Quando comecei a fazer o repórter aéreo, eu resolvi usar o humor no trânsito, para me diferenciar dos outros dois repórteres que fazem esse serviço no Rio.

“Por exemplo, eu falei no ar sobre o trânsito na ponte: Ta feia a coisa, liga a música que está tudo parado”.

Emerson comparou o trânsito do Rio de Janeiro ao de São Paulo: “Falar de trânsito é muito importante, quando eu subo no helicóptero, eu penso em como ajudar as pessoas a saírem do engarrafamento, é como se eu estivesse dentro do carro. Às vezes eu saio de carro para estudar o trânsito. Qualquer conhecimento que você tem é sempre importante”.



Juliana Pollo, editora da rádio Tupy.

Juliana Pollo declarou que “o jornalista deve estar preparado para um leque de oportunidades. O papel da equipe no rádio é fundamental, eu preciso de outras pessoas, não adianta eu sentar em frente ao PC e produzir textos, tenho que produzir sonoras o rádio é som.

Juliana declara: “quando um repórter está cobrindo um tiroteio, eu peço para ele ir onde dá para escutar os tiros. Eu dependo de todos os profissionais estarem agindo juntos sempre.

Apesar de você poder fazer o rádio sozinho, o produto final é resultado de um trabalho em equipe. “O Rádio é uma cachaça quem experimenta é difícil largar”

Juliana tem que montar um noticiário de 25 em 25 minutos, e tem que preencher com informação. “O jornalista tem que estar preparado para um leque de oportunidades. Às vezes uma pergunta que você está receoso em fazer é a chave da matéria. O rádio está mais vivo que nunca. Com a população participando, a partir daí surgem os grandes fatos, o rádio é rotativo, você tem que trazer um fato novo, mas tem que trazer o antigo também.Esqueça a colagem no computador isso é plágio, isso vai ser prejudicial para o jornalista e para a emissora”.



A palestra terminou com os alunos fazendo perguntas aos jornalistas e com o professor Sérgio Xavier fazendo sorteios de brindes para quem ficou até o final do evento que contou com a participação de quase todos os alunos da FPG.

João Roberto Ripper

Por: Sergio Ricardo Silveira


Com 30 anos de Experiência no campo da fotografia, João Roberto Ripper palestrou na faculdade pinheiro Guimarães na última terça feira dia 12 de Abril, contando um pouco da sua experiência com a foto documental. Ripper foi apresentado pela professora Cristina Pedroza, João no seu histórico tem como início no jornalismo, uma passagem pelo jornal Luta democrática em 1974, Jornal Estado de São Paulo e O Globo. Atuou como repórter fotográfico e free lance em vários jornais,viajou pelo Brasil fotografando.

Fundou uma cooperativa de fotógrafos chamada “Imagens da terra”, onde trabalhou por dez anos. Hoje Ripper tem um site na internet imagensdopovo.org.br. João sempre lutou pela autoria e os créditos das fotos e hoje vive do seu trabalho fotográfico conhecido em várias partes do mundo.

Lançou um livro intitulado “Retrato escravo”, considerado o melhor livro de foto documental. E nos apresentou durante a palestra fotos do livro Imagens Humanas onde além de retratar denuncia a exploração feita em carvoarias e canaviais, no interior do Brasil denunciando o trabalho escravo de homens, mulheres e crianças. Relatou que canaviais muitos morrem por exaustão (alguns trabalhadores chegam a cortar 25 toneladas de cana por dia).

Durante 16 anos João Roberto Ripper documentou o trabalho dos índios do Mato Grosso do Sul, trabalhou seis anos no projeto Renascer em Natal. Criou o projeto “Doenças negligenciadas”, como Malária doenças de Chagas e Leishmaniose.

Algumas de suas declarações:

“Na fotojornalismo o fotógrafo faz uma fusão da sua personalidade com a do jornal. Na foto documentarismo o fotógrafo participa das edições”

“Nas décadas de 70 e 80 os foto jornalistas começaram a se organizar”

“Das diretas já, pra cá se passou a reconhecer que a fotografia faz parte importante da comunicação”.

”O fotógrafo tem que se comunicar com o povo, aponto de se tornar invisível no meio deles, e não aquela pessoa que chegou cheio de máquinas para fazer o seu trabalho”.

“Quando fotografamos, fotografamos a realização dos sonhos das pessoas”.

“Em áreas pobres quase nunca se faz Swet (continuação), da matéria, a não ser que o pobre seja o culpado”.

“O meu barato é a fotografia documental”.

“Gosto de foto em preto e branco, pois ela não tem a cor pra te distrair”.

Uma Palestra muito boa com fotos incríveis sendo apresentadas por um palestrante centrado e consciente do seu trabalho como jornalista e foto documentarista. Declarações importantes para quem quer viver do foto jornalismo ou do foto documentarismo, deixando claro os caminhos da profissão para quem pretende exercê-la.